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Distorções nos Salmos - Tehilim - Cinco Salmos de David
Ao mestre do canto, acompanhado por “Aiélet Hashachar”,
um salmo de David. Meu D'us, meu D'us, por que me abandonaste? Por que deixaste tão distante minha salvação e ignoraste meu
gemido angustiado? De dia clamo e à noite não silencio, e Tu não me escutas. Mas Tu és o Santo, e a Ti se dirigem os louvores
de Israel! Em Ti confiaram nossos patriarcas, confiaram plenamente e Tu os resgataste. Clamaram a Ti e foram salvos; em Ti
acreditaram e não foram desiludidos. Quanto a mim, sou como um verme e não homem, opróbrio da plebe, vergonha do povo. Zombam
de mim os que me fitam, riem e meneiam ironicamente suas cabeças. Dizem-me, porém, confia no Eterno! Ele o redimirá, Ele lhe
trará salvação, porque nele se compraz. Tu me tiraste do ventre materno e me fizeste sentir seguro, contra seu peito. Desde
meu nascimento, em Teus braços fui entregue; mesmo antes de nascer, já eras meu D'us. Não Te afastes de mim, porque muito
próxima está a aflição e não há quem me proteja, senão Tu. Touros furiosos me cercaram, touros do Bashan me rodearam. Abriram
contra mim suas bocas como um leão que estraçalha e ruge. Sinto-me como água derramada que não pode voltar a seu recipiente,
meus ossos fraquejam; meu coração parece ser de cera, de tal forma se derrete dentro de mim. Minha força secou como a argila,
minha língua está colada ao paladar e me deitaste no pó da morte. Cães me cercam, uma turba de perversos me rodeia, atacam
meus pés e minhas mãos como se fora um leão. Verifico como estão meus ossos enquanto eles me observam e tripudiam. Minhas
roupas, entre si repartem, minhas vestimentas sorteiam. Mas Tu, ó Eterno, eu te peço, não Te afastes de mim; ó minha Força,
apressa-Te e vem em meu auxílio! Salva minha alma da espada, minha vida das presas dos sabujos. Livra-me da boca do leão,
resgata-me dos chifres dos touros selvagens. Então, a salvo, proclamarei Teu Nome a meus irmãos e louvarte-te-ei do seio da
multidão! Vós que sois a semente de Jacob, honrai-O! Reverenciai-O todos vós, descendentes de Israel. Porquanto não desprezou
nem ignorou a angústia do aflito e dele não escondeu Sua face e atendeu a sua prece. Graças a Ti poderei proclamar meu louvor
às multidões; cumprirei minhas promessas na presença daqueles que O temem. Os humildes hão de comer e se fartar; os que buscam
o Eterno hão de louvá-lo e vida perene terão seus corações. Dos confins da terra, todos a Ti se voltarão com compreensão e
ante Ti se curvarão todas as famílias das nações. Pois só do Eterno é a realeza e Seu é o domínio sobre todos os povos. Comerão
todos os povos a fartura da terra e ante Ele se prostrarão; reverenciá-lo-ão os que retornam do pó, mas então já será tarde
porque suas almas não fará viver. Da descendência dos que O servem, de geração em geração, será relatada a magnificência de
Sua glória. Anunciarão às gerações vindouras a bondade de seus feitos. O que dizem os
missionários sobre o verso 22:17: A verdade sobre este verso
do Salmo: O leitor pode perceber que a tradução mal feita não passa
nem perto do original hebraico. Pergunte-se, qual o intuito de tradução tão grosseira? O que dizem os missionários
sobre o verso 22:19: A verdade sobre este Salmo: ________________________________________ De David. Combate, ó Eterno, meus adversários; guerreia
com os que contra mim se erguem. Veste o escudo e a armadura e levanta-Te em meu auxílio. Empunha a lança e o machado contra
meus perseguidores, e à minha alma fala: “Eu sou a Tua salvação!” Sejam humilhados e envergonhados os que atentam
contra minha alma; retrocedam e se desesperem os que tramam meu mal. Que sejam como a palha ao vento, e que o anjo de D'us
os disperse. Que sejam tenebrosos e escorregadios os seus caminhos, e que o anjo de D'us os persiga. Pois sem motivo me expuseram
a uma armadilha, sem motivo escavaram uma cova para mim. Que de súbito os alcance o desastre, e na rede que contra mim armaram,
eles mesmos venham a ser presos. Minha alma se rejubilará no Eterno e exultará na Sua redenção. Todo o meu ser proclamará:
“Eterno, quem é como Tu?” É Ele quem salva o aflito do mais forte; e ao pobre e ao necessitado de seu usurpador.
Testemunhas maliciosas indagar-me-ão sobre o que não sei. Pagar-me-ão o bem com maldade, enlutando minha alma. Entretanto,
em sua adversidade me cobri de luto e com jejum afligi minha alma; possam beneficiar a mim as preces que por eles fiz. Como
por um companheiro ou por um irmão me senti compadecido, como um enlutado por sua mãe entristeci-me. Porém, quando tropecei,
eles se alegraram e contra mim se ajuntaram, golpeando-me sem que eu soubesse por que; sem cessar me atacam. Com escárnio
e zombaria me insultaram. Rangeram seus dentes contra mim. Eterno! Até quando tolerarás? Resgata minha alma de suas tentativas
de destruição, minha vida dos que me atacam como leões. Louvar-Te-ei perante multidões, perante todos Te enaltecerei. Que
sobre mim não se rejubilem triunfantes meus inimigos gratuitos, e que não pisquem os olhos em zombaria, os que sem causa me
odeiam. Pois que eles não falam em paz, mas palavras de perfídia dirigem aos homens pacíficos da terra. Contra mim escancaram
suas bocas e exultam dizendo: “Vimos com nossos olhos!” Viste o que fazem, ó Eterno! Não ignores seus atos! Eterno,
não Te afastes de mim! Levanta-te para fazer justiça, em defesa de minha causa, ó Eterno! Julga-me segundo a Tua justiça,
ó Eterno, meu D'us, e não permita que se regozijem meus detratores. Que não digam em seus corações: “Nossa alma está
exultante!” E não exclamem: “Nós o devoramos!” Que se confundam e se envergonhem os que se alegram com minha
desgraça; que se cubram de humilhação e frustração os que se erguem contra mim. Que se alegrem e cantem os que almejam meu
triunfo e proclamem sempre: “Exaltemos o Eterno que Se compraz com o bem-estar de Seu servo.” E minha voz enaltecerá
Tua justiça e cantará todo dia em Teu louvor. Ao mestre do canto, um salmo de David. Bem-aventurado
aquele que atenta para o debilitado; no dia de seu infortúnio o Eterno o livrará. Ele o guardará e o fará viver, será feliz
na terra e não será entregue às mãos de seus inimigos. Na enfermidade o Eterno lhe dará amparo; seu leito guardará quando
uma doença o acometer. Eu pedi: “Concede-me Tua graça, ó Eterno, e cura minha alma, mesmo tendo eu pecado contra Ti.”
Meus inimigos só me desejam mal: “Quando perecerá e quando será erradicado seu nome?” Se vêm me visitar, são insinceros;
maldade lhes preenche o coração, e ao sair só notícias más divulgarão. Se unem para, contra mim, murmurar todos meus detratores,
e pensamentos malévolos a mim dirigem: “Maligna doença o acometeu. Caído está e não conseguirá se reerguer.” Até
o amigo em quem confiei, e que partilhava de meu pão também me traiu. Mas Tu, ó Eterno, compadeceste de mim. Levanta-me e
lhes darei a resposta merecida. Saberei assim que Te comprazes em mim e que, portanto, não triunfará sobre mim meu inimigo.
Incólume me sustentarás e em Tua presença me manterás para sempre. Bendito seja o Eterno, D'us de Israel, para todo sempre.
Amém! Assim seja! Um “Maskil” de Assaf. Escuta, meu povo, a
minha Torá; inclina teu ouvido às palavras que pronuncia minha boca. Contarei uma parábola e enunciarei enigmas de tempos
que já passaram há muito. O que ouvimos e aprendemos, exposto por nossos pais, não ocultaremos a seus descendentes, até as
mais longínquas gerações, relatando o louvor do Eterno e os atos maravilhosos que praticou em Seu poder. Um testemunho Ele
estabeleceu para Jacob e uma Torá (Lei) para Israel, e ordenou que os transmitissem a seus filhos. Para que possam conhecê-los
os componentes da última geração – para que os filhos que ainda não nasceram venham em seu tempo narrá-los a seus filhos.
Assim saberão depositar suas esperanças no Eterno, não esquecerão os prodígios de Suas obras e saberão cumprir Seus mandamentos.
Eles não se comportarão como seus pais, uma geração contumaz e rebelde, uma geração que não soube dedicar a D'us seu coração
e cujo espírito não manteve fidelidade ao Eterno. Os filhos de Efraim, destros arqueiros, recuaram no decisivo dia da batalha,
não guardaram o pacto com o Eterno e, sob Seus ensinamentos, se recusaram a andar, esquecendo Suas façanhas e as maravilhas
que lhes mostrou. Diante de seus pais havia realizado prodígios nas terras do Egito, nos campos de Tsôan. Fendeu o mar e fê-los
passar através dele, ergueu as águas, com elas formando muralhas. Conduziu-os com uma nuvem durante o dia e com uma coluna
de fogo durante a noite. As rochas do deserto fendeu e dessedentou-os à satisfação. Fez com que do rochedo jorrasse água,
abundante como a de um rio. Tornaram porém a pecar, rebelando-os contra o Altíssimo no deserto. Ousaram em seus corações submeter
a testes o Eterno, pedindo a comida pela qual ansiavam, dizendo: “Poderá Ele prover uma mesa no deserto? De fato, feriu
a rocha e dela fez jorrar água como um rio caudaloso. Entretanto, poderá prover pão e preparar carne para Seu povo?”
Irou-Se o Eterno ao ouvi-los e um fogo acendeu-se contra Jacob, e Sua ira fez fluir contra Israel; porquanto Nele não creram
e em Sua salvação não confiaram. Entretanto, deu às nuvens instruções e abriu as portas do céu, fazendo sobre eles chover
o maná para comer, provendo-os com grãos celestes. Puderam comer o manjar dos céus; provisões em abundância Ele lhes enviou.
Desencadeou no céu o vento do Oriente; com Seu poder fez soprar o vento do sul. Como se fora pó, fez sobre eles chover carne,
e como areia dos mares, aves em quantidades intermináveis. Ao redor de suas moradas no meio do acampamento fê-las cair. Comeram,
então, e muito se fartaram com o que Ele lhes trouxe, atendendo seu desejo. Ainda não se haviam saciado e comida havia ainda
em suas bocas, quando contra eles se ergueu a ira do Eterno e causou a morte dos mais fortes entre eles, e aos escolhidos
de Israel fez prostrar. Apesar disto, voltaram a pecar, descrendo em Suas maravilhas. Então Ele fez seus dias serem vãos e
seus anos envoltos em terror. Somente quando já os fazia findar seus dias, O buscavam, se arrependiam e oravam ao Eterno.
Recordavam então que o Eterno era sua Rocha, o D'us Altíssimo seu redentor. Mas tentavam seduzi-lo com suas palavras, Lhe
mentiam com suas línguas. Não Lhe era dedicado seu coração, nem a Seu pacto eram fiéis. Mas Ele, o Misericordioso, perdoou
a iniqüidade e não os destruiu; reteve muitas vezes Sua cólera, não acendendo contra eles toda Sua ira. Pois lembrou que eram
apenas carne frágil, um sopro de vida que passa e acaba. Quantas vezes O provocaram no deserto e Lhe trouxeram dor e aflição!
Vez por vez continuaram a pô-Lo à prova; do Santo de Israel exigiram sinais. Não se lembraram de Sua mão poderosa nem do dia
em que os redimiu do atormentador, quando milagres realizou no Egito e Suas maravilhas praticou em Tsôan. Em como transformou
em sangue os seus rios e fez suas torrentes de água não poderem ser bebidas; contra eles enviou bestas que devoravam e que
os infestavam. Deu suas colheitas aos insetos, o fruto de seu trabalho ao gafanhoto; destruiu com granizo suas vinhas, e suas
figueiras com a geada. Com granizo exterminou suas crias e com raios seus rebanhos; desfechou contra eles Sua cólera ardente,
indignação e atribulações, uma legião de mortais mensageiros. Deu livre curso à Sua fúria; não poupou da morte sua alma, e
seus corpos castigou com a peste. Abateu todos os primogênitos do Egito, as primícias das tendas de Chám. Conduziu então em
jornada Seu povo, guiando-os através do deserto como se fossem um rebanho. Inspirou-lhes seguir para que não temessem, enquanto
o mar cobria seus inimigos, e os trouxe à Sua santa terra, à montanha que Sua Destra conquistou. Expulsou ante eles vários
povos, e acomodou as tribos de Israel em suas tendas, atribuindo a cada uma seu quinhão. Entretanto, novamente, se rebelaram
contra o Altíssimo, e não cumpriram Seus preceitos. Afastaram-se de Seu caminho e foram rebeldes como seus pais; se deformaram
como um arco empenado. Provocaram Sua ira com seus altares erigidos para idolatria, despertaram seu zelo com seus ídolos.
Ante isto acendeu-se a ira do Eterno, e Ele rejeitou a Israel. Abandonou o tabernáculo de Shiló, a tenda que era Sua morada
entre os homens. Permitiu que cativo se tornasse Seu poder – seus eleitos – e nas mãos de malévolos estivesse
Sua glória. À espada entregou Sua nação, indignou-Se com o povo de Sua herança. O fogo consumiu Seus jovens, e Suas donzelas
não tiveram cantos nupciais. Seus sacerdotes tombaram à espada, suas viúvas não entoaram lamentações. Então despertou o Eterno
como de um sonho, como um guerreiro que o vinho impulsiona. Fez Seus inimigos baterem em retirada e sobre eles lançou desgraça
eterna. Desprezou a tenda de José e não escolheu a tribo de Efraim. Escolheu, sim, a tribo de Judá, e o Monte Tsión que Ele
tanto ama. E construiu Seu templo, elevado como os céus e firme como a terra, a que Ele assegurou a existência. Escolheu David,
Seu servo, e o retirou de seu aprisco. Fez com que abandonasse as crias de seu rebanho e viesse pastorear a Jacob, Sua nação,
a Israel, Sua possessão. Ele os governou com a retidão de seu coração, e com habilidade os passou a dirigir. Agradecei ao Eterno porque Ele é bom e eterna é Sua misericórdia.
Que proclame Israel: “Eterna é Sua misericórdia.” Que também proclame a casa de Aarão: “Eterna é Sua misericórdia.”
Que proclamem todos os que temem ao Eterno: “Sua misericórdia é infinita!” Invoquei o Eterno no momento de angústia
e Ele me ouviu e me livrou das atribulações. O Eterno está comigo, por isso nada temerei; o que me pode fazer o ser humano?
O Eterno está comigo e me ampara, por isso posso enfrentar os meus inimigos. Melhor é confiar no Eterno do que nos seres humanos.
Melhor é Nele confiar do que em príncipes. Cercaram-me todas as nações, mas em Nome do Eterno as destrocei. Voltaram a cercar-me,
envolveram-me de todos os lados, mas em Nome do Eterno as destrocei. Cercaram-me como abelhas com seus ferrões, mas foram
extintos como o fogo que queima os espinhos, pois em Nome do Eterno os destrocei. Com violência me empurraram para me fazer
cair, mas o Eterno me amparou. O Eterno é minha força e meu cântico, e Ele foi minha salvação. Vozes de júbilo e salvação
são escutadas das tendas dos justos, porque proezas realizou a Destra do Eterno. Exalta-se a Destra do Eterno e proezas realiza.
Não morrerei! Viverei e hei de relatar os feitos do Eterno. Ele severamente me puniu, mas não me entregou à morte. Os portais
da justiça abri para mim; por elas entrarei para louvar ao Eterno. Esta é a porta do Eterno, pela qual entrarão os justos.
Quero agradecer-Te porque me escutaste e Te tornaste minha salvação. A pedra, inicialmente rejeitada pelos edificadores, veio
a tornar-se a pedra angular, pois assim o determinou o Eterno. Maravilhoso é isto para nós! Este é o dia com que nos brindou
o Eterno e nele nos alegraremos e nos regozijaremos! Rogo, ó Eterno, salva-nos e faze-nos prosperar! Bendito é aquele que
vem em Nome do Eterno. Nós o bendizemos da casa do Eterno. O Eterno é nosso D'us, é Quem nos ilumina. Trazei a oferenda e
atai-a aos ângulos do altar. Tu és meu D'us e eu Te exaltarei; meu D'us és Tu e sempre Te louvarei. Agradecei ao Eterno, porque
Ele é bom e eterna é Sua misericórdia. Esclarecido isto, este Salmo
expressa gratidão e confiança. Assim como David foi levado de seus problemas para um reinado marcado por glórias e realizações,
assim também Israel pode esperar pela redenção Divina dos apuros do exílio e da opressão. É interessante observar que se este Salmo realmente fosse
uma profecia a respeito de alguém rejeitado, ele seria sobre Israel, e não sobre Jesus. Fonte: http://www.judeus.org/Distorcoes_nos_Salmos_Tehilim/index.htm
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